Amorim diz Rondônia está sem comando e que será candidato a governador em 2022

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O Ex-Senador e ex-deputado federal, que também foi prefeito e vereador de Ariquemes, Ernandes Amorim anunciou esta semana com exclusividade ao jornalista Odair Calado e Jocenir Santana que será candidato a governador em 2022 com o propósito de resgatar o desenvolvimento do estado e organizar a bagunça que está instalada no centro administrativo estadual.
De acordo com Amorim, a partir deste ano vai trabalhar no sentido de em 2022 para disputar o governo do estado, pois o Estado de Rondônia está precisando de um chefe, de um xerife que organize a atual situação, pois segundo ele, o estado está abandonado diante da “incompetência do atual governador Marcos Rocha”.

“O governo do estado de Rondônia precisa d alguém competente, precisa de projetos, de experiência, precisa do mínimo de responsabilidade política para o seu desenvolvimento”, disse.

Ainda de acordo com o ex-senador, “ o Estado de Rondônia, em termos de governo, está descendo buraco abaixo, chegando no fundo do poço. Com esse cidadão aí (governador Marcos Rocha) a população vai beber lama, pois ele vai acabar de estourar o estado. Primeiro porque não manda em nada, não tem pulso para comandar o estado, quem manda é os outros a quem ele serve”, apontou.
Na avaliação do primeiro ano de governo de Marcos Rocha e do vice José Jordan (ambos do PSL) Amorim diz que não viu nenhuma obra iniciada e terminada pelo governo e nem o que foi herdado já funcionando o governador conseguiu terminar em lugar nenhum do estado.
“Esse governador é um incompetente, não entende nada de administração pública. Nem na área dele, que seria a segurança, ele consegue desenvolver alguma coisa. No governo passado foi secretário de Justiça e mesmo sabendo das condições dos presídios e do sistema prisional, não fez nada até agora. A situação fez foi piorar no atual governo com mais esculhambação, corrupção, falta de chefe, de comando. Os agentes prisionais estão tudo lascado aí, porque ele não dá nem atenção. O cara está em outro planeta, não está nem aqui na terra esse indivíduo aí. Com o tempo a população vai ver o que vai virar se continuar assim”, alertou.

“O governo do estado de Rondônia precisa d alguém competente, precisa de projetos, de experiência, precisa do mínimo de responsabilidade política para o seu desenvolvimento”, disse.

“O governo do estado de Rondônia precisa d alguém competente, precisa de projetos, de experiência, precisa do mínimo de responsabilidade política para o seu desenvolvimento”, disse.

Ainda durante entrevista exclusiva a este jornal, Ernandes Amorim destaca que a falta de comando do estado prejudica o desenvolvimento, a geração de emprego e quem paga por isso é a população. “A falta de um governador de verdade faz com que o Estado não tenha ninguém à frente que tenha um projeto, ninguém capaz de sair para defender o estado, buscar recursos. Depois que este cidadão assumiu o governo já passou um ano e pouco e não vemos nada, nem se buscarmos com uma lupa. O dinheiro do orçamento foi gasto, o governador vive viajando pra cima e pra baixo, a dívida do estado aumentando sem nenhuma ideia de como resolver”, pontuou.
Dizendo não ter nada contra a pessoa de Marcos Rocha, Amorim ataca o governo pela inércia neste primeiro ano de mandato. “Já passou o primeiro ano e nada. Ele não tem competência de desenvolver, de criar, de buscar projetos que busquem o desenvolvimento do estado, gerando emprego e renda para a população, fica patinando sem sair do chão. Nem a promessa de enxugar a máquina pública ele conseguiu cumprir, nomeando mais de 5 mil comissionados que a população nem sabe o que faz. Desta forma a tendência é o governo ir definhando e se arrastando até o final do mandato, dissolvendo o que ainda tem de bom no estado”.

Sobre a atual conjuntura política do estado de Rondônia, Amorim afirma que “o sistema político que se apresenta através desses políticos que estão no poder não apresenta um futuro para o estado. Os senadores, deputados estaduais e deputados federais não têm nenhuma retaguarda em termos de serviços prestados ou de objetivos a serem buscados. Destinar emendas para as prefeituras é uma obrigação dos parlamentares, mas isso qualquer um que está lá faz, quero ver o cidadão buscar obras, investimentos, trazer empresa para investir no estado, apresentar projeto para baixar imposto e facilitar a vida do cidadão, que é sempre quem sofre mais”.

“Pelas experiências políticas e administrativas que já tive na vida, posso dizer que não consigo ver em nenhum político atual a capacidade de mudar essa situação. Eu conheço os caminhos de onde buscar os recursos, tenho competência para mudar essa situação. O estado precisa de alguém diferente, que lute, que brigue pelo seu povo, não que concorde com tudo o que lhe é imposto guela abaixo, aceitando de cabeça baixa. Eu estou preparado, pronto para poder discutir um projeto maior, em cima de responsabilidade e compromissos, pois eu sou um dos poucos políticos de Rondônia que cumpre a palavra empenhada, os compromissos assumidos com a população e a prova é o meu povo de Ariquemes e do Vale do Jamari, que sabe o meu jeito de trabalhar e me apóia sempre que me coloco à disposição”.

Sobre o partido em que pretende disputar o governo do Estado, Amorim diz que está esperando para que o Congresso defina a situação de candidaturas avulsas, para que o candidato não precise ficar preso a nenhum grupo político, o que torna o administrador refém dos interesses do grupo e não da vontade da população. “Se o Congresso aprovar a candidatura avulsa, vou concorrer sem partido nenhum, só com o apoio do povo, que me conhece, sabe do meu trabalho, da minha luta e da minha dedicação. Do jeito que está, o estado de Rondônia não agüenta mais três anos deste governo. Vamos torcer para que o (Marcos) Rocha consiga fazer alguma coisa a partir de agora, porque até aqui o que a população de Rondônia viu foi um governo sem comando, sem autoridade e sem representação política e nem administrativa”, concluiu.

Por: ODAIR CALADO E JOCENIR SANTANA.

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